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Além do Palco: Show do Instituto Udes Cruz impulsiona economia noturna em Raposa

Com ocupação máxima e acesso gratuito, evento utilizou modelo de gestão que fortaleceu o polo gastronômico e gerou mais de 15 postos de trabalho.



RAPOSA (MA) – O sucesso de público no primeiro espetáculo de stand-up comedy realizado em Raposa revelou uma faceta estratégica de gestão: a ativação de fluxos econômicos através da cultura. Organizado pelo Instituto Udes Cruz (IUC) em parceria com o Restaurante Porto Raposa, o evento não foi apenas um marco artístico, mas uma operação de fomento setorial que redesenhou a dinâmica comercial do município na última semana.


Inteligência Operacional e Fortalecimento do Polo Gastronômico


Diferente do formato convencional de eventos, o Instituto implementou uma estratégia de Logística de Demanda que beneficiou diretamente a cadeia produtiva local. Com o objetivo de democratizar o acesso, o IUC custeou integralmente a produção e o cachê artístico, eliminando a cobrança de ingressos ou couvert para o público. A logística foi rigorosamente planejada: as reservas de mesa foram vinculadas à escolha antecipada de pratos regionais, integrando o espetáculo à experiência gastronômica da casa.


Essa metodologia gerou um pico de produtividade impressionante: em apenas duas horas de espetáculo, o volume de vendas atingiu um patamar equivalente a três ou quatro noites de operação regular da casa. Com o fluxo de pedidos mapeado previamente, o restaurante otimizou estoques e dimensionou sua força de trabalho de forma exata, mobilizando uma cadeia de mais de 15 postos de trabalho temporários, entre técnicos de som, equipe de comunicação, cozinheiras e garçons.


Descentralização Cultural e a Nova Dinâmica Territorial


Historicamente, o turismo de Raposa concentra-se no eixo diurno. O projeto do Instituto Udes Cruz propõe uma requalificação do uso do território através da ocupação cultural noturna. Ao levar o espetáculo “Pai Solo”, de Carlos Pulico — artista natural de Cururupu que consolidou sua trajetória ao lotar o Teatro Arthur Azevedo —, o Instituto realizou uma ação de Descentralização Cultural de Alto Impacto.


A iniciativa provou que há uma demanda reprimida por fluxos de lazer qualificado após o pôr do sol. O projeto "faz a Raposa acordar para a noite", atraindo um público de aproximadamente 300 pessoas e oferecendo ao morador uma alternativa de entretenimento que dialoga com as linguagens contemporâneas do cenário nacional de forma totalmente gratuita e inclusiva.


Responsabilidade Técnica, Memória e Formação


A execução do evento priorizou a Verticalização da Mão de Obra Local. Toda a infraestrutura técnica e a cobertura midiática foram entregues a profissionais da própria cidade. O IUC atuou como um polo de Prática Profissional para jovens jornalistas recém-formados, que executaram desde a captação audiovisual, edição de vídeos, fotografias, até a gestão de releases, unindo o fomento artístico ao desenvolvimento de novas competências comunicacionais no território.


O evento também zelou pela Preservação da Memória Cultural ao homenagear o jornalista Udes Cruz. Ao conectar o legado da comunicação pública com as novas formas de expressão digital e artística, o Instituto reafirma seu papel não apenas como promotor de eventos, mas como um agente de Desenvolvimento Sustentável e Identitário.


Informação: Assessoria de Comunicação



 
 
 

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