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Infância: a importância de viver todas as fases da vida


Você já deve ter ouvido falar, pela sabedoria popular, que o ideal é viver o presente, o agora, sem estar preso ao passado e nem com a “cabeça no futuro”. Isso porque a vida possui fases e cada uma delas precisa ser bem aproveitada, em sua plenitude, para que se possa caminhar para a seguinte. Durante a infância, também é assim: é necessário viver cada fase desse período da existência, a fim de chegar à adolescência e idade adulta sem traumas e danos.


No dia 24 de agosto, é comemorado o Dia da Infância, data que tem como objetivo promover a reflexão e conscientização sobre as condições em que as crianças vivem no Brasil e no mundo. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), até os 12 anos de idade, o indivíduo é considerado uma criança.


A lei que dispõe sobre o Estatuto afirma, ainda, que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar que a criança tenha direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Porém, nem sempre o que estabelece a lei é cumprido.


A psicóloga da Hapvida NotreDame Intermédica, Elaine Souza, afirma que essa etapa precisa ser cuidada corretamente para que não haja reflexos negativos nas posteriores. “Cada fase da vida possui demandas e desafios, e com a infância não é diferente. Esse momento tem uma importância gigantesca para a formação da personalidade, no desenvolvimento psíquico, cognitivo e inclusive no desenvolvimento físico deste indivíduo”, pondera a especialista.


Para a psicóloga, é de suma importância que pais e responsáveis estejam bem atentos para oferecer um crescimento respeitoso, saudável e pleno em cada uma das fases, inclusive tendo cuidado em relação às responsabilidades atribuídas ao indivíduo nesse momento. “É importante que estejamos atentos, por exemplo, a quais são os tipos de responsabilidade que estamos direcionando a essa criança, que esse tipo de responsabilidade cabe a cada fase. Nós precisamos avaliar se não seria melhor tal tarefa em uma fase posterior, se não estamos invalidando algo que é importante no desenvolvimento daquela etapa e colocando algo que ainda não é a hora”, explica.


Por fim, Elaine deixa uma recomendação para quem cuida dos pequeninos. “Minha dica é que nós, adultos, estejamos mais atentos e respeitando cada uma das fases de desenvolvimento infantil. Ao viver plenamente cada momento, a criança se tornará um adolescente melhor e um adulto consciente”, finaliza.

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