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Israel declara guerra depois da invasão do Hamas


O 11 de Setembro israelense. O governo de Israel declarou estado de guerra e o começo de uma forte contraofensiva inédita ao Hamas, depois de ter sofrido ataques do grupo terrorista palestino.


Na manhã de sábado, de maneira inédita, o Hamas disparou pelo menos 3 mil mísseis, conseguindo ultrapassar o Domo de Ferro de Israel com alguns deles.


Os terroristas entraram nas cidades, atiraram pelas ruas, invadiram casas e mataram e sequestraram civis — incluindo mulheres, idosos e até crianças. Militares também foram sequestrados. Veja em imagens.


Em números: Até este exato momento, o terceiro dia de conflito, foram confirmadas 700 mortes em Israel e 436 mortes em Gaza. Além disso, são +6 mil feridos e é provável que esses números aumentem.


Uma contraofensiva inédita 🪖


Imediatamente, após a ofensiva, o primeiro-ministro israelense lançou a operação "Espadas de Ferro", prometendo uma resposta ao Hamas.


Reservistas foram convocados e já há mais de 100 mil soldados próximos à fronteira com Gaza.


O que está por trás?


Há uma disputa pelo domínio da chamada “Terra Santa” entre judeus e muçulmanos. A história é longa e, para explicar tudo do começo, teríamos que voltar algumas décadas, centenas e até milhares de anos.


Ambos viviam no território da Palestina, até que, em 1947/48, no pós-Segunda Guerra, os países da ONU votaram pela criação de um Estado judaico, depois de toda a perseguição nazista. Nascia Israel:


No entanto, desde então, o povo palestino reivindica esse domínio judeu da região. Você deve se lembrar de ter estudado o conflito no colégio.


O Hamas é a principal organização que comanda parte dos palestinos que vivem pela região e é contra a existência de Israel e dos judeus.


Para eles, esse território deve ser de domínio islâmico — custe o que custar. Você pode aprofundar aqui.


A repercussão pelo mundo 🌍


Ontem, na Reunião do Conselho de Segurança da ONU, convocada de última hora, o embaixador de Israel chamou os integrantes do Hamas de selvagens e falou que é hora de acabar de vez com isso. Veja aqui.


Já o representante palestino acusou a comunidade internacional de não condenar crimes de guerra cometidos por Israel em Gaza nos últimos anos. No fim, ele disse que mortes israelenses não podem justificar mortes palestinas.


Países começam a se movimentar


Joe Biden e Sunak ligaram para o primeiro-ministro Bibi, prometendo apoio e envio de ajuda. A Alemanha seguiu o mesmo caminho. Os EUA estão enviando navios, caças e munição ao país.


A Rússia pediu um cessar-fogo e culpou os países ocidentais, por terem deixado de lado a atenção ao conflito no Oriente Médio para focar na Guerra da Ucrânia.


Já a China defendeu que a saída está na criação de um Estado Palestino em paralelo à manutenção do Estado Israelense.


O Irã, que é o grande apoiador e financiador do Hamas, considerou o movimento como “autodefesa”. Autoridades iranianas ajudaram a planejar e deram luz verde ao ataque do Hamas.


O que vem pela frente? 🛣️


No campo de batalha: A coisa parece estar longe do fim. Isso porque Israel realmente afirma que vai tomar medidas para saciar todo esse conflito pelos próximos 50 anos.


Do ponto de vista político: A reatada do confronto pode despertar a volta do conflito EUA x Irã, mesmo que indiretamente. A Liga Árabe vai se reunir hoje, o que deve indicar melhor o tom dos países da região.


Do ponto de vista econômico: A região do confronto é relevante para o petróleo. Não à toa, o preço do barril está em alta de 5%, o que deve impactar na inflação mundial.


Brasileiros desaparecidos e a repercussão por aqui


Pelo menos três brasileiros que estavam em Israel no momento que os ataques começaram estão desaparecidos. Um quarto brasileiro ficou ferido com estilhaços de granada e recebeu alta ontem.


Todos eles estavam num festival de música eletrônica organizado pelo DJ Juarez Petrillo, pai do Alok. Nos stories, ele postou o momento em que a rave foi interrompida pelos ataques do Hamas.


Ele conseguiu sair a tempo e se esconder em uma casa. No entanto, ao todo, foram encontrados 260 corpos na região do festival — que aconteceu no deserto próximo à Faixa de Gaza.


Já os outros brasileiros chegaram a se esconder em um bunker, que acabou sendo atacado. Veja o relato de um brasileiro sobrevivente aqui e o da namorada de um dos desaparecidos aqui.

Força Aérea BR vai mandar aviões ✈️


O governo vai enviar seis aeronaves da FAB para repatriar os brasileiros que estão na zona de guerra. O primeiro deles deve pousar na cidade de Tel Aviv já na tarde de hoje.


A embaixada brasileira em Israel está de plantão e já recebeu cerca de mil pedidos de brasileiros que querem voltar ao Brasil. A maioria deles são turistas.


Pelos números oficiais, são 14 mil brasileiros que moram em Israel, 6 mil residentes da Palestina e pelo menos 30 moram na região da Faixa de Gaza.

Na declaração oficial, Lula disse que ficou “chocado com os ataques terroristas” e prestou condolências aos familiares das vítimas.


Além disso, o presidente escreveu que o Brasil vai trabalhar para a solução ao conflito que garanta a “existência de um Estado Palestino economicamente viável, convivendo pacificamente com Israel”. Leia aqui.


Como sempre, houve polêmica: Parte da oposição relembrou que o Hamas parabenizou Lula pela sua vitória nas eleições e o ex-presidente, Jair Bolsonaro, foi às redes sociais se manifestar sobre tal fato.


No fim da noite de ontem, a bandeira de Israel foi projetada no Senado, em Brasília, como um sinal de solidariedade ao país.


Informação: The News

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