Que festa foi essa? A melhor história da noite foi contada pelo Sebrae
Que festa foi essa? Poxa, que cenário fantástico!

Ainda estou tentando encontrar palavras para descrever o que foi a cerimônia do 13º Prêmio Sebrae de Jornalismo, realizada no palco icônico do Teatro Arthur Azevedo, em São Luís.
E digo isso não por ter tido a felicidade de estar entre os vencedores. Minha premiação foi motivo de muita alegria, claro, mas o que me impressionou foi o conjunto da obra. Foi a festa. Foi a criatividade. Foi a maneira encontrada pelo Sebrae Maranhão para celebrar o jornalismo e aqueles que, diariamente, vivem de contar histórias.
E talvez esteja aí a melhor definição daquela noite: nós, jornalistas, temos a primazia de contar histórias, mas a melhor história daquela noite foi contada pelo próprio Sebrae.
E começou antes mesmo de entrarmos no teatro.

Já no foyer, o público era recebido por um cenário vivo, com personagens e figurantes, cartazes de “sou fã” e uma atmosfera que anunciava que aquela não seria uma premiação convencional. Quando a cerimônia começou, esse ambiente externo passou a integrar o próprio espetáculo. O que acontecia no foyer era transmitido para o telão no palco, numa espécie de entrada ao vivo que conectava os diferentes espaços do teatro.
E veio outra grande surpresa: os nomes dos vencedores e de seus trabalhos viraram música!
Reggae, salsa, samba e outros ritmos embalaram o anúncio dos premiados. Títulos das reportagens e nomes dos jornalistas eram cantados, transformando aquilo que normalmente seria apenas a leitura de um resultado em espetáculo, música e celebração.
O palco também recebeu personagens que dialogavam com a história, a cultura e o cotidiano de São Luís. Arthur Azevedo ganhou vida na interpretação magistral do ator, humorista e teatrólogo César Boaes. José Montello também foi lembrado, assim como a figura tão peculiar do vendedor de cuscuz e outros personagens e elementos presentes no imaginário e no dia a dia da nossa cidade.

Atores, músicos, dançarinos, coreografias, fotografia, cenografia, interpretação, humor e música foram se encontrando ao longo da noite.
E um Teatro Arthur Azevedo cheio.
Talvez por isso seja tão difícil descrever. Era preciso estar lá. Era preciso assistir, ouvir e sentir.
Também foi uma noite especial por reencontrar tantos amigos e colegas de profissão. Gente que está nas redações, nas ruas, nos microfones, nas câmeras e nas diferentes plataformas, fazendo da comunicação uma atividade cotidiana de compromisso com a informação e com as histórias das pessoas.

Os louros dessa noite precisam ser compartilhados.
Meus cumprimentos à direção do Sebrae Maranhão, ao presidente do Conselho Deliberativo, Dr. Celso Gonçalo; ao superintendente, Albertino Barros; à diretora administrativa, Edila Baldez; ao diretor técnico, Mauro Borralho; aos gerentes, colaboradores e funcionários que fazem o Sistema Sebrae acontecer.

E um reconhecimento muito especial à equipe de Comunicação do Sebrae Maranhão, na pessoa do João Torres, que esteve diretamente envolvido na construção dessa grande celebração do jornalismo. Foi magistral!
Voltei para casa como um dos vencedores do 13º Prêmio Sebrae de Jornalismo. Isso, por si só, já tornaria a noite inesquecível.
Mas voltei também com outra sensação: a de ter participado de um momento em que o jornalismo foi tratado com criatividade, respeito e grandeza.
Que festa foi essa?
Talvez eu ainda não consiga descrevê-la por inteiro.
Só consigo dizer que foi maravilhosa.
E que, naquela noite, no Teatro Arthur Azevedo, enquanto tantos jornalistas eram premiados por contar boas histórias, o Sebrae Maranhão também contou a sua, e fez isso em grande estilo.
Fotos arquivo pessoal/Divulgação
Sebrae MA








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